terça-feira, 18 de setembro de 2012

Minha casa, seu abraço.

Abraça-me,
Mas abraça-me inteira!
Como se fosse um "prazer em conhecê-la"
Como se fosse um "adeus"
Não sinta apenas meu pulsar,
Aventure-se nas corredeiras de minhas veias,
Adentre os poros de minha pele.

Abraça-me,
Com teu corpo e tua mente.

Abraça-me,
Dê uns minutos de descanso às minhas ideias.
Deixe que eu nada pense, apenas sinta
Assim farei com que esses gritos desumanos
Silenciem com teu afeto.

Abraça-me,
Com teu cangote em minha boca, minha casa de sensações.

domingo, 16 de setembro de 2012

Maior que o medo do que o vento pode levar, de minhas mãos retirar,
Do meu peito arrancar e da minha pele sugar,
É o medo de ver o vento passar e meu interior imune ficar.