Não, não!
Sem virar a lata de lixo em cima de quem tu sufocou
Aclamadas, massacradas e temidas.
Nosso sexo não esconde fragilidade
Nossa força tá escrachada na realidade
Tentaram nos calar, tentaram nos abafar
Mas assim como a resistência, sobrevivemos!
E sabe o que é melhor ainda?
Conseguimos chegar no ponto X da questão
Quem disse que somos menos que vocês?
Quem abriu a boca diante da fogueira feita pelas vazias mãos?
Vá se iludir com tua realeza,
Porque hoje é dia de sopa e teu garfo não cai bem na minha mesa.
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
Imagem presente
Não deixe que eu veja tua foto assim
Não permita que eu saia um dia nela.
Se não for pra ficar além da memória,
Passe logo uma borracha nessa história.
Não permita que eu saia um dia nela.
Se não for pra ficar além da memória,
Passe logo uma borracha nessa história.
Passe em casa
Ontem me aproximei de teu corpo
E nessa onda de idas e vindas
Marés altas e baixas, medievais
Vejo a insalubridade apoderar-se de mim.
Não construí um castelo pra nós,
Prefiro que habites meu corpo
Que aceites meu afeto, me beije no parque
E os lençóis de outras paixões
Vamos estender no esquecimento
Ah! Jogue na rua, pela janela!
Alguém os tomará, alguma cama os abrigará
E combinamos assim, minha flor:
Nas noites de chuva, vamos correr para o rio
E jogar na correnteza o que traz agonia
Nas noites de luar, vamos correr para a grama
E cheirar a luz da lua, com minha respiração na sua.
Deita teu sol no meu peito,
Porque já tens toda minha galáxia.
Vamos estender no esquecimento
Ah! Jogue na rua, pela janela!
Alguém os tomará, alguma cama os abrigará
E combinamos assim, minha flor:
Nas noites de chuva, vamos correr para o rio
E jogar na correnteza o que traz agonia
Nas noites de luar, vamos correr para a grama
E cheirar a luz da lua, com minha respiração na sua.
Deita teu sol no meu peito,
Porque já tens toda minha galáxia.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Troca de roupa
Te pergunto: "por quê o silêncio?"
E rapidamente peço que não me respondas,
Porque é no silêncio que vejo o sim.
Não te peço a submissão e que não penses
Mas por alguns minutos, despida-se da razão
E vista o que há em seu coração
Aqueça o teu corpo com a emoção
E deixe tua alma passear,
Permitindo que ela te mostre
Que aquilo que te priva não tem a mínima condição.
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