segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sede

Arranca-me o suco de minha polpa,
Esmaga meu caroço em sua boca

Em minhas noites não despido minhas roupas
Acordo tão distante da tua voz rouca.
Injusto!
Quero o amanhecer cheio, quente,
Beijando tua pele ardente feito louca.