Fugindo do pulsar sentimento
Eis que surge a certeza de que não importa
O quanto imploramos por sustento
Sigo com a mão na alma
Sigo o caminhar desta estrada
Que às vezes se mostra alheia a calma
Mas evidencia a serenata em minha palma
São tantas as espécies que passo
Árvores e pássaros
Tantas espécimes que me desnorteiam
Desde a grandeza da mulher mesmo que pequena
Ao minúsculo grão de areia
Ambos formando a imensidão deste meu verso
Humilde, sem eira e nem beira
Mas que dança com o canto de uma sereia
Mulher, areia, verso, sereia
Que tal juntarmos esses quatro num só?
Podes imaginar onde finda esta brincadeira...
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