Arranca-me o suco de minha polpa,
Esmaga meu caroço em sua boca
Em minhas noites não despido minhas roupas
Acordo tão distante da tua voz rouca.
Injusto!
Quero o amanhecer cheio, quente,
Beijando tua pele ardente feito louca.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário