E vemos nosso solo sagrado
Inundado pela poluição
Pra onde vão todas as almas
Que carregam consigo somente a destruição?
E por mais que difícil, deve-se acreditar
Que mesmo em tanta dor, fome e agústia
Que mesmo em poder, pudor
Temos aquele igual coração
Batendo frenéticamente
Uns somente pelo lamentável ouro
Outros pela linda humildade
Ambos da mesma matéria
Da mesma fonte de energia
Qual o meu? Qual o seu?
Resta dizer por aí
Espalhar a notícia
De que nessa injustiça
Nossas origens estão no que hoje chora
Mas que podemos fazer voltar a sorrir...
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário